Ramen em números · Fila
A fila
Em quatro cidades da América Latina, esperar muito por uma mesa faz parte da noite de ramen. Em quase todo o resto, você chega e senta.
Esperando uma mesa
Tigela mais barata, fila mais longa
O Google também pergunta quanto tempo a pessoa esperou por uma mesa. Em 5.660 respostas, o quadro se divide em dois. Em Curitiba, 20% das visitas tiveram espera de 30 minutos ou mais; em Belo Horizonte 19%, Cidade do México 16% e São Paulo 14%. Nas outras 13 cidades, 4% ou menos, e em Londres, Los Angeles e Singapura fica perto de zero.
As cidades com fila também estão entre as mais baratas em dólar. Isso não quer dizer que preço baixo cause fila. Três das quatro ficam no Brasil, onde as avaliações descrevem salões pequenos, com poucos lugares, e um número limitado de tigelas por dia. Para 12 das 26 casas brasileiras com uma reclamação recorrente, essa reclamação é a fila.
Pontos vazados são amostras pequenas: Belo Horizonte (57 relatos de espera) e Cidade do México (79). Leia o gráfico como um padrão entre 17 cidades, não como regra.
Ver como tabela
Se você vai comer ramen em São Paulo ou Curitiba, as avaliações de lá apontam fins de semana e horários de pico como as esperas mais longas, muitas vezes de 1 a 2 horas. Em Lisboa, Barcelona e Toronto, oito em cada dez avaliações dizem que não houve espera nenhuma.
O tempo de espera vem de uma pergunta que o Google faz e que só parte das pessoas responde, então o número de cada cidade depende de quem resolveu preencher. Belo Horizonte e Cidade do México têm menos de 100 respostas cada.
Almoço ou jantar? Cidade do México almoça ramen
Ramen é sobretudo jantar: 59% das 10.893 visitas marcadas como almoço ou jantar foram jantar. A Cidade do México é a exceção, com 71% no almoço. Curitiba é a que mais janta entre as amostras maiores, com 72%.
Um ponto por cidade, posicionado pela parte das visitas no jantar. Ponto vazado: Belo Horizonte, só 44 avaliações marcaram a refeição.